Israel lançou neste sábado, 28 de Fevereiro de 2026, um ataque militar que classificou como preventivo, atingindo alvos estratégicos na capital do Irão, Teerão. Uma nuvem de fumo foi observada sobre a cidade, e as explosões ocorreram perto dos escritórios do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, que não é visto em público há vários dias.
O governo israelita afirmou que a acção visa eliminar ameaças directas ao Estado de Israel. Segundo o ministro da Defesa israelita, Israel Katz, a ofensiva tem como objectivo neutralizar perigos que pudessem colocar em risco a segurança nacional, sem fornecer detalhes sobre os alvos específicos. Os Estados Unidos participaram da operação, de acordo com agências internacionais, incluindo a AP e o The New York Times, citando altos funcionários norte-americanos, numa coordenação militar considerada estratégica na região.
O ataque acontece num contexto de tensões crescentes relacionadas com o programa nuclear e de mísseis do Irão, cujas capacidades geram preocupação internacional. Israel justifica a ofensiva como uma medida preventiva, enquanto o Irão promete uma resposta firme, elevando o receio de escalada militar no Médio Oriente, que pode envolver aliados regionais e impactar a estabilidade global.
A comunidade internacional acompanha de perto o desenrolar da situação, com líderes mundiais a apelarem à contenção e ao diálogo. Analistas alertam para o risco de uma crise de larga escala, considerando a proximidade geográfica dos conflitos, a presença de forças estrangeiras e a importância estratégica da região para o comércio e fornecimento energético global.